A minha mãe tirou-me o telemóvel da mão e atirou-o ao chão com uma violência que nunca esquecerei. Partiu-se em mil pedaços, mas não foi o telemóvel que doeu. Foi a frase que ela disse logo a…
A manhã começou como qualquer outra. O despertador tocou, o ecrã do meu telemóvel fendido iluminou-se com aquele brilho azul suave que anunciava mais um longo dia de candidaturas a empregos e trabalhos pontuais. Eu tinha vinte e seis anos, vivia na casa onde tinha jurado nunca mais voltar. A poupar cada cêntimo para um … Read more